Já cheguei ao meu limite físico e emocional de madrugada. As noite mal dormidas acabam comigo. Nesses 10 meses já tivemos altos e baixos. Noites em que Bento acordou apenas uma vez, noites em que ele acordou cinco vezes. E duas, apenas duas noites que ele dormiu de meia noite às 6h. É, acreditem, essas foram nossas melhores noites nos últimos meses. E a angústia de não ver um fim para isso é de matar.
Bento é um bebê incrível. Cheio de personalidade e sorrisos, ele só nos traz alegria até que anoitece... Ele não custa para pegar no sono. Às 21h já está cambaleando e é difícil segurá-lo por mais tempo acordado. O problema é que nós já sabemos que algumas horas depois ele vai despertar. Vai chorar, vai querer algo que não sabemos o que é. Na dúvida e com sono, muito sono, damos leite. Na maioria das vezes, ele volta a dormir. Mas daqui algumas horas ele vai despertar novamente. Provavelmente ainda não serão nem 6 horas da manhã quando ele resolverá acordar de vez.
É uma luta. A batalha de não dormir e ter que estar de pé e ligada para o trabalho durante o dia é algo que não sei como consegui levar até aqui. E não tenho a menor ideia de como vou continuar levando. E sem querer ofender ninguém, pra mim, até que Bento me prove o contrário, mãe que diz que o filho bebê dorme a noite toda mente (ou tem um conceito de "noite inteira" diferente do meu). Nos primeiros meses de vida então, é mentira lavada. Até porquê todo mundo sabe que bebê recém-nascido dorme muito, mas precisa se alimentar de três em três horas. E eu confesso: toda vez que escuto a frase "Ah, meu filho sempre dormiu a noite toda", eu sinto um misto de inveja, raiva, ódio e admiração, entre outras coisas.
E, claro, a declaração sempre vem acompanhada dos conselhos dessas mães exemplares que conseguem fazer seus filhos dormirem a noite toda, o que, definitivamente, não é o meu caso. Seguem algumas das dicas que eu já tentei seguir e o resultado delas com o meu filho.
1 - Coloca camomila na água do banho da noite.
Não fez efeito.
2 - Dê uma mamadeira para ele dormindo, quando você for deitar.
Simplesmente não mamou. Insistindo, ele acorda chorando.
3 - Bote ele no berço, conte uma história em tom de voz baixo.
Fica em pé no berço e quer interagir com a história, dando gritos, o que o deixa mais agitado.
4 - Ao acordar de madrugada, chorando, vá no berço e explique para ele que é hora de dormir.
Ele continua chorando, chorando, chorando.
5 - Nada dando certo, coloque na sua cama.
Ele dorme e a gente não.
Me pergunto todos os dias o que fiz de errado. E já cheguei a algumas conclusões. Uma delas é que as milhares de viroses que Bento teve nos primeiros meses de vida nos fizeram ter medo de deixá-lo chorando no berço. Vai que ele está sentindo algo? Acostumamos mal. Fizemos tudo o que os especialistas condenam: ninamos no colo, fizemos carinho, colocamos na nossa cama, demos leitinho. Aí, agora, que ele está bem e saudável, continua querendo colinho, carinho e leitinho para dormir. Mesmo que isso seja às 2h, 3h, 4h da manhã.
Aí você pensa: a questão agora é como reverter isso. Só que na verdade eu e Bruno já cansamos dos livros, dos especialistas, das dicas e de tudo mais. Chegamos num ponto que achamos mais simples aceitar que nosso filho não dorme a noite toda e pronto. Aí a questão virou outra: como viver sem dormir?
Café e banho gelado têm sido bons aliados.
Bento é um bebê incrível. Cheio de personalidade e sorrisos, ele só nos traz alegria até que anoitece... Ele não custa para pegar no sono. Às 21h já está cambaleando e é difícil segurá-lo por mais tempo acordado. O problema é que nós já sabemos que algumas horas depois ele vai despertar. Vai chorar, vai querer algo que não sabemos o que é. Na dúvida e com sono, muito sono, damos leite. Na maioria das vezes, ele volta a dormir. Mas daqui algumas horas ele vai despertar novamente. Provavelmente ainda não serão nem 6 horas da manhã quando ele resolverá acordar de vez.
É uma luta. A batalha de não dormir e ter que estar de pé e ligada para o trabalho durante o dia é algo que não sei como consegui levar até aqui. E não tenho a menor ideia de como vou continuar levando. E sem querer ofender ninguém, pra mim, até que Bento me prove o contrário, mãe que diz que o filho bebê dorme a noite toda mente (ou tem um conceito de "noite inteira" diferente do meu). Nos primeiros meses de vida então, é mentira lavada. Até porquê todo mundo sabe que bebê recém-nascido dorme muito, mas precisa se alimentar de três em três horas. E eu confesso: toda vez que escuto a frase "Ah, meu filho sempre dormiu a noite toda", eu sinto um misto de inveja, raiva, ódio e admiração, entre outras coisas.
E, claro, a declaração sempre vem acompanhada dos conselhos dessas mães exemplares que conseguem fazer seus filhos dormirem a noite toda, o que, definitivamente, não é o meu caso. Seguem algumas das dicas que eu já tentei seguir e o resultado delas com o meu filho.
1 - Coloca camomila na água do banho da noite.
Não fez efeito.
2 - Dê uma mamadeira para ele dormindo, quando você for deitar.
Simplesmente não mamou. Insistindo, ele acorda chorando.
3 - Bote ele no berço, conte uma história em tom de voz baixo.
Fica em pé no berço e quer interagir com a história, dando gritos, o que o deixa mais agitado.
4 - Ao acordar de madrugada, chorando, vá no berço e explique para ele que é hora de dormir.
Ele continua chorando, chorando, chorando.
5 - Nada dando certo, coloque na sua cama.
Ele dorme e a gente não.
Me pergunto todos os dias o que fiz de errado. E já cheguei a algumas conclusões. Uma delas é que as milhares de viroses que Bento teve nos primeiros meses de vida nos fizeram ter medo de deixá-lo chorando no berço. Vai que ele está sentindo algo? Acostumamos mal. Fizemos tudo o que os especialistas condenam: ninamos no colo, fizemos carinho, colocamos na nossa cama, demos leitinho. Aí, agora, que ele está bem e saudável, continua querendo colinho, carinho e leitinho para dormir. Mesmo que isso seja às 2h, 3h, 4h da manhã.
Aí você pensa: a questão agora é como reverter isso. Só que na verdade eu e Bruno já cansamos dos livros, dos especialistas, das dicas e de tudo mais. Chegamos num ponto que achamos mais simples aceitar que nosso filho não dorme a noite toda e pronto. Aí a questão virou outra: como viver sem dormir?
Café e banho gelado têm sido bons aliados.